"I´m a princess! And this is not how a princess is supposed to look!"

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quinta-feira, 20 de fevereiro de 2014

Mais um dia para comemorar!

Hoje é dia de ramboia, regabofe, festarola, pantominice, porquê? Porque Homem-bala decidiu que hoje é dia de seu aniversário, é, ele tem destas coisas, uma vez por ano, e tem graça que é sempre no mesmo dia, lembra-se de fazer anos.
Fevereiro é aliás um mês de comemorações, começa com segundo dia, já aqui notado. Ao dia 10, pela primeira vez celebrei o primeiro ano da minha sobrinha maravilhosa, (aquela que rosna por comida), depois o dia de S. Valentim, de que gosto muuuito (devia era falecer!) e vem agora o aniversário do meu homem-bala.
O brilhantismo disto é que o maior presente veio para mim, pois dia 20 é dia de S. Receber, fiquei estonteada com o valor líquido, foi com certeza espremido, tão espremido, que até esguichou para os cofres do estado, estou em crer que foi o sumo que sobrou, foi daquelas laranjas sem ponta de sumo! Para a próxima preferia que me pagassem o sólido, sff.
Voltando ao que me trouxe à conversa, sem entrar em depressões, e lembrando que a vida é ela própria uma festarola. Ontem aproveitei a ausência do (hoje) aniversariante, para, bem à maneira tuga, ir comprar a deslumbrante oferenda. Agarro em meia dúzia de ideias, carteira em riste e lá vou… ah, lembrei-me, tenho que levar as piquenas... hum, deprimo, no minuto a seguir e reflito bem se realmente quero ir a um shopping com duas catraias, procurar um prenda, e sem o gaijo para segurar as pontas.
Bom, mas tem mesmo que ser, de outra forma, não vai ter direito a nada. Fico nostálgica e lembro com saudade os bons velhos tempos em que apetecia-me e fazia, não havia cá rotinas, regras, e tanto fazia ser dia de semana, agora – INCHA!
Cheia de coragem lá vou eu, mais as duas réplicas. À mais velha, que já tem idade para me ouvir, (se bem que perceber, tá 0) explico que vamos só com aquele objectivo. Não há cá Violetta, Disney, gomas ou outros magnéticos que estes senhores tão bem exploram e que me tiram do sério. No carro vai absorvendo a informação, mas logo logo esquece.
A marquesinha, que nunca sabe muito bem ao que vai, mas mesmo assim vai, sempre reinadia. Chegada ao destino, vem-me à memória aquelas festas do norte, e que os Madredeus materializam com a “vaca de fogo”, lá vai ela, ninguém a segura, todos lhe acham graça, mas ninguém a apanha!
Reflito e reequaciono todo o plano. Primeira e única paragem, seja a que preço for, vai estar aqui a prenda ideal, nem que chovam canivetes. E assim foi, aceleradamente, resolvo dar de comer à manada e abalar, não sem antes ter que arranca-las a ferros de tudo o que é carrossel. Elas é que andam e eu é que fico a suar como uma égua e enjoada com tanta turbulência.
Que agradável, já no descanso do lar, apercebo-me da chegada do responsável pelo alvoroço, que antes de me vir idolatrar dá prioridade ao filho casulinha.
Eu que tentava o merecido descanso, sou interrompida por cadeiras a arrastar e outras movimentações estranhas aquela hora, decido averiguar. Dou com um cenário dantesco e o sujeito desorientado.
- É pá, fugiu-me uma barata.
- xxx
Não conto o resto, porque se prevê!

segunda-feira, 17 de fevereiro de 2014

5 estrelas, esta segunda-feira!

5 estrelas, não podia ter terminar melhor este dia de segunda-feira.
A Stephanie veio plagiar a troika, veio sem aviso, leva tudo à frente sem dó nem Piedade, e deixa um rasto de destruição!
Já vos tinha dado conta das últimas medidas levadas a cabo pelo meu serviço no sentido da contenção aqui. Chegou agora a vez dos cortes no aquecimento.
Ora considerando o estupendo tempo de que temos vindo a usufruir, esta notícia caí que nem ginjas.
Posto isto, aproveitei como pude o último dia em que o aquecimento não foi apenas o do computador. Daqui por diante, resta-me o calor humano e se vir que está difícil, opto por bater palmas ou começar a dançar para aquecer a alma e o corpo. Quem estiver de fora pode até achar estranho, mas obviamente vai acreditar que estamos mais alegres do que nunca e que ali sim, há alegria no trabalho!
Já em casa, o ambiente também é muito festivo, desta feita a protagonista marquesa R, hoje sentiu na pele a ditadura do: eu sou mais forte do que tu, por isso come e cala-te!
A cena desenrolou-se em volta da sopa de hortos com feijão! Entenderam os manda-chuvas que hoje era para comer sem a tortura da varinha mágica.
Foi o holocausto, o Hitler deu-lhe todo o tempo deste dia, mas aqui para a Ângela Merkel estava a ser deveras irritante, pois a rapariga entendeu que venceria se não se mexesse.
Vai daí, caos instalado na vã tentativa de rápida resolução.
Quem estava nem aí, era claro, a marquesinha, que alegre da vida, decide cantar e dançar as músicas que vai pondo no telelé. Por muito séria que me queira manter, acabo por soltar alguns circunspectos sorrisos.
Homem-bala, que encontra no bicho-bicha a terapia para aliviar o stress, decide soltá-lo! A mansão transforma-se numa casa italiana, e a piquena marquesinha, interroga vezes sem fim: A bicho? A bicho? A bicho? Mesmo que alguma alma desta casa queira manter a sanidade é humanamente impossível, indescritível!
A marquesa R, vai passando pelos pingos da chuva, mas sem que os pais desistam, e de quando em vez fazem nova investida!
Depois de algumas tréguas, vamos iniciar a descida do avião preparando um rico soninho, mas e como nada nesta mansão é normal, o homem-bala considerou que estava a tempo de ensinar o hino nacional a uma piquena de 20 meses. Ora o que também não seria de esperar era que ela entrasse em delírio, mas claro que  ama.
Por isso deixo a vossa imaginação à vontade para  traçar o momento. Deixo apenas uma dica: às armas, às armas!

Porque hoje é segunda...

Sem mais...

sexta-feira, 14 de fevereiro de 2014

Love is in the air...

Dia dos Namorados, o dia em que se celebra o amor, a paixão entre amantes e a partilha de sentimentos, a roda-viva da troca de chocolates, dos postais e das flores, os jantares românticos, noites especiais e os planos para arrebatar a cara-metade.
Embebida pelo espírito e na magia do dia, tenho que admitir que… a chuva já me está a irritar!
Quem me conhece já devia estar a achar estranho tanto melaço. Gosto tanto deste dia como de coçar um cãozinho carregadinho de pulgas.
Quer dizer, também não é que abomine, considero só que é um tanto ao quando parvo, vá lá!
Mas bem sei que me espera um final de dia radiante, momentos inolvidáveis de puro amor, tempo para uma inesperada massagem tailandesa, ou um jantar com muito romantismo, ou quem sabe uns docinhos, umas flores e um postalinho onde se pode ler:
Amor é fogo que arde sem se ver;
É ferida que dói e não se sente;
É um contentamento descontente;
É dor que desatina sem doer;
É um não querer mais que bem querer;
É solitário andar por entre a gente;
É nunca contentar-se de contente;
É
cuidar que se ganha em se perder;
Amor, amo-te até ao infinito!
Isto claro no domínio da minha imaginação. Em tradução literal, leia-se:
Mas bem sei que me espera um final de dia estonteante, momentos inolvidáveis de puro horror, tempo para uma tortura chinesa, ou um jantar com muito dramatismo, ou quem sabe uns sarilhos, umas dores e um recadinho onde se pode ler:
Amor, estou que nem te posso ver;
É a limpeza da casa que não se sente;
Sou eu que ando descontente;
És tu que desafinas até doer;
É um não querer mais e ter que ser;
É o bicho que não janta com a gente;
É o tempo que não me deixa contente;
É saber que amanhã continua a chover;

Amor, pró jantar quero cabrito!

E só para termirar, cá uma beijinho chauck http://www.youtube.com/watch?v=tZjBm1NQoVs

quarta-feira, 12 de fevereiro de 2014

A minha mansão é uma animação! Episódio #2

Por várias vezes já tenho comparado as marquesas a “jecos” (cão vadio, cão sem raça, ou apenas uma maneira terna, à moda do Porto, de chamar cão), mas na verdade, estou mais convencida do que nunca que aqui a cadela sou eu!
Como muitos devem saber a minha empresa é considerada uma das 5 melhores empresas para se trabalhar em Portugal, é marcada pela informalidade e preocupação com o bem-estar dos colaboradores, oferecendo-lhes as melhores regalias, horários e programas de trabalho flexíveis, é uma empresa family-friendly, isto é, reconhece que funcionários e funcionárias têm responsabilidades familiares e aceitam o fato de que essas responsabilidades podem ter um impacto sobre a vida laboral.
Não é nada, estava a brincar! Se o fotografo que veio dizer que o Obama tinha uma caso com a Beyoncé, porque estava a brincar, eu também posso! Então já não vos disse que sou funcionária pública!!!
Mas até tenho um privilégio, uma vez por semana faço ginástica à hora do almoço e esse dia foi ontem, depois de um interregno de várias semanas, o recomeço foi estafante. Vai daí que decidi que me ia deitar cedinho e recompor-me com um revitalizante sono.
Depois de alimentar o ego da marquesinha nas suas exibições apalhaçadas, muitos risos e muita cocega, viro para a marquesa R que está em preparação para os testes. O tema era o sistema urinário e o reprodutor. Saco de hábeis táticas de escape às perguntas mais embaraçosas e lá consegui! Consegui deitar-me, porque isso do cedinho, “tá quieto”!
Mas também de que importa deitar mais cedo ou mais tarde, quando se vai passar a noite em vigília? Foi encantador e inquietante, passei a noite a acudir a piquena e a cantar-lhe…
Seja como for, tive várias horas para tentar perceber o que a criança tinha para berrar e chorar como se não houvesse amanhã, mas confesso que a canseira e a falta de paciência me conduziram próximo de um esgotamento. Uma vez que se baba como um camelo, só me resta acreditar que os sacanas dos molares querem é aparecer!
O Homem-bala, como sempre não deixa a menina chorar, coitadinha! E à semelhança de outras vezes, concluímos que trazê-la para a nossa cama é como guiá-la para a feira-popular, sendo que no carrossel está o pai a fazer de cavalinho e a mãe faz de mulher das cavernas, tudo isto, passado claro, na casa assombrada. De maneiras que, volta para o seu quartinho!
Alegre, é assim que se prevê o dia de hoje, muito alegre. 

segunda-feira, 10 de fevereiro de 2014

E tudo o vento levou... E leva... E vai levando!

Ora aqui estou eu…
Voltei, voltei, voltei de lá…. Tra lá lá
A piquena portou-se lindamente, assim como assim é igualzinha mãe, firme e hirta como uma barra de ferro! Porém contudo, tenho a leve sensação, que para além dos tubinhos lhe devem ter deixado inadvertidamente umas pilhas Duracell! É vê-la a cantar, dançar, a deitar tudo abaixo…
Quem também veio para arrebatar foi a Stephanie, não, não é a do Mónaco! É mesmo a tempestade que veio para devastar tudo. E eu que até já tinha passado pelo pânico da chuva de calhaus, relembrei aqueles momentos de terror, e temi novamente que a casa me caísse em cima. Segundo simulacro e continuo sem plano de emergência!
Desta vez não tive estragos, apenas uma ligeira impressão que um gaijo estava lá fora a preparar-me uma serenata, mas como eu não aparecia à janela, limitou-se a passar a noite toda a assobiar e a sacudir as persianas! Chato! É que nem me deixou dormir sogadita!
E agora venho trabalhar cheia de pujança e tesura e não é que está uma brisa estranha! Eu quero, porque quero, e quero muito vir trabalhar e o sacana do vento empurra-me para trás. Eu até voltava para casa, sabem bem como preciso de um dia para repor energias, mas não me parece que a desculpa seja credível:
- Ah e tal, eu vim, eu até estava quase a entrar, mas o vento empurrou-me!...
Estou a ficar sem forças para lutar contra ele, por isso aqui vou eu...
Se aparacer nas Maldivas ou Miami, no problem!

quarta-feira, 5 de fevereiro de 2014

Com o coração apertadinho!

Amanhã a marquesinha, vai a modos que, meter uns tubos pelos "óbidos" a dentro...
Estou com o coração muito apertadinho e tenho pesadelos, tenho ataque de pânico só de pensar que me possa aparecer assim?


Não vá alguém confundi-la com um abajour!
Também tenho inquietações sobre os atributo sonoros que entretanto possa vir a adquirir.
Ora quem me conhece, sabe bem que falo pouco e baixinho! Será que a piquena me vai expulsar de casa?
E agora? Agora...

Estoy muy nerbiosa...