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Ao meu irmão preferido (considerando que não tenho outro)!


Querido filho da minha mãe,
Imigrante, solteiro (até então) e bom rapaz, calculo que tenhas por mim sentido grande mágoa por não teres ainda o teu espaço neste blog.
É claro que não o fiz até agora, por seres demasiado importante e, assim reitero os meus perdões, dedicando-te este artigo (filho querido da minha mãe).

Apesar de não te perdoar o facto de não viveres esta cidade com a mesma intensidade que eu e a nossa tenente (sister), compreendo que esses lados te sejam mais convenientes, a começar pelo facto de não estares a ser “enxovalhado” como o comum tuga, com cortes no salário ou aumento da carga horária, e tudo mais que não vale a pena aqui enunciar, pois o rol seria demasiado extenso.

Depois, porque estás num país todo limpinho, todo “prá frentex”, todo depravado, onde se compra o amor em montras, por falar nisso também estão em saldos?

À e tal, porque aqui não há desordem, à e tal, porque aqui não vez chicletes no chão, e…? Também aí não tens calçada portuguesa, nem feiras, nem senhoras muito educadas a vender na rua aos gritos! Mas mais do que tudo não tens francesinha, nem arroz de cabidela!

Num sejas Morcom, depois de sabermos que o jornal norte-americano “Huffington Post” classificou o Douro como o melhor rio europeu, a Lonely Planet incluiu o Porto no topo da lista de 10 destinos europeus a visitar em 2013.
Depois da revista alemã Häuser distinguir o Porto como “capital portuguesa da arquitetura”, evidenciando o contraste entre moderno com o barroco, a livraria Lello, a Casa da Música, o Museu de Serralves e ainda referências a Alvaro Siza Viera e Souto Moura (os dois prémios Pritzker do Porto) com  um roteiro arquitetónico pela cidade. Ainda a passagem pela Faculdade de Arquitetura (FAUP), o Museu de Serralves,  a Casa da Música, o Coliseu do Porto, a Casa de Chá da Boa Nova, o edifício sede da Vodafone e várias igrejas e estações de metro.
Queres mais? Bai má loja!
Volta que estás aperdoado

Comentários

  1. Quem fala assim não é ga...ga...gago! Mai nada...

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  2. Ah e esqueci-me de dizer que a imagem fui eu que fiz, fui eu que inventei! Bem sei que a mãezinha vai dizer que acha que não, mas fui! Jocas

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